COMUNIDADE ESPIRITUALISTA LEGIÃO AZUL - LEOPOLDINA/MG
domingo, 5 de maio de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
O QUE ACONTECE NOS BASTIDORES DE UMA REUNIÃO ESPÍRITA?
É sabido pelos médiuns que buscam o desenvolvimento mediúnico, que para a realização de uma Reunião Espírita, é necessário toda uma preparação e organização da Casa em que esta vai se desenvolver, não dispensando ainda, a própria preparação de cada pessoa que estará envolvida diretamente naqueles trabalhos.
É comum ouvirmos de nossos Mentores e Espíritos amigos do Plano Espiritual, explicações e descrições do que está ocorrendo no plano astral, no momento em que os trabalhos estão acontecendo. Alguns médiuns, pelas faculdades mediúnicas que possuem, tem até mesmo a possibilidade de 'ver', 'perceber' e 'sentir' a movimentação das equipes espirituais e alguns de seus instrumentos no trabalho.
Pata ajudar nessa compreensão, de como que paralelamente nós aqui no nosso plano e os irmãos do plano espiritual nos organizamos e nos preparamos para um reunião e como essa transcorre nos dois mundo, sugiro que assistam ao vídeo aqui disponibilizado: "Nos Bastidores de uma Reunião Espírita". O material faz parte do acervo do "Projeto Imagem" (disponível em: http://www.projetoimagem.com.br), e foi autorizado para reprodução pela Casa Editora Espírita "Pierre-Paul Didier".
Observem bem cada detalhe e explicação e façam a comparação com os momentos que presenciam na nossa Casa, observem os Guardiões na entrada do salão, a Segurança e barreira fluídica na entrada da casa, os aparelhos instalados, a tela de comunicação e visualização, os elementos fluídicos retirados das plantas, da natureza pela equipe médica, entre outros...
BOM ESTUDO E REFLEXÃO!!!
Vídeo: Nos Bastidores de uma Reunião Espírita
Disponível também pelo Facebook, no link: Nos Bastidores de uma Reunião Espírita
Observem bem cada detalhe e explicação e façam a comparação com os momentos que presenciam na nossa Casa, observem os Guardiões na entrada do salão, a Segurança e barreira fluídica na entrada da casa, os aparelhos instalados, a tela de comunicação e visualização, os elementos fluídicos retirados das plantas, da natureza pela equipe médica, entre outros...
BOM ESTUDO E REFLEXÃO!!!
Vídeo: Nos Bastidores de uma Reunião Espírita
Disponível também pelo Facebook, no link: Nos Bastidores de uma Reunião Espírita
Mãe Claudia
Casa Amigos da Paz
Campos de Oxossi e Ogum
domingo, 31 de março de 2013
TEMPO PASCAL
Hoje abre-se o Tempo Pascal. O que significa isso para os Cristãos? Ha dias atrás refletíamos sobre a Quaresma e lembrávamos do convite para a visita ao nosso 'deserto interior'. Agora somos convidados a sair do nosso deserto e renascer para o Tempo Novo. A exemplo da ressurreição de Jesus Cristo, é também este tempo, momento do nosso ressurgir, de trazermos a tona, à nossa vida diária o que resgatamos em nós na nossa reflexão quaresmal, na nossa visita íntima, no nosso período de introspecção.
A partir de hoje somos convidados a emergir, a levantar a cabeça pela crença que a essência divina em nós nos fortalece, nos renova a todo instante para os desafios e atribulações do caminho, mas também para as suas vicissitudes para os momentos de plena alegria, de aprendizado, nessa grande nave planetária em que compartilhamos a jornada.
Em especial, para nós medianeiros dos Mensageiros, Mentores Espirituais e Entidades outras que conosco integram os trabalhos espirituais, é sempre fundamental em momentos como este, buscar em nosso íntimo a ampliação dessa afinidade com esses bons companheiros, que ao mesmo tempo nos ajudam e nos oportunizam o 'ajudar', o 'estender as mãos', o exercício da CARIDADE. No encontro com o nosso 'eu', é comum que nos encontremos com as Entidades que conosco trabalham, uma vez que tudo está relacionado, nossos 'encontros' tem em si uma razão, há uma conexão maior que vai além do nosso entendimento da vivência atual e que tem origens na essência do todo que somos, no trânsito entre os tempos e planos outros.
Nas nossas 'viagens íntimas' nunca estamos sós, o nosso 'ressurgir' - que pode acontecer diariamente só depende de nós - traz a possibilidade de encontros e reencontros.
Assim estamos nós, a disposição de tudo mais que está por vir e se fazer em nós, pois nossa fé nos garante boa estadia - mesmo com as intempéries do tempo...
FELIZ PÁSCOA!!!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
TEMPO DA QUARESMA
O Tempo da Quaresma está aberto. Muitos podem
estar a indagar o que isso significa para nós. A princípio nos salta aos
ouvidos e olhos o aspecto dogmático deste tempo, como rito da Igreja Católica.
Então o que realmente nos cabe considerar neste tempo?
Há entre os estudiosos das religiões e também
entre os sacerdotes umbandistas e das demais raízes religiosas de origem
africana, duas interpretações. A maioria defende que os ‘Terreiros’ assimilaram
ritos e atitudes específicas neste tempo por influência do sincretismo
religioso com o catolicismo e por que muitos dos seus dirigentes vieram da
igreja romana. Outros defendem que o calendário que a Igreja Católica assimilou,
tem uma origem astrológica, que transcende os tempos e que essa origem ancestral
foi depois de assimilada, rechaçada pela própria Igreja, classificado como
paganismo. Nesse entendimento a instituição do Tempo da Quaresma seria bem mais
remota, assimilada ancestralmente pelas próprias entidades dos nossos Terreiros
e Cultos, independente da influência católica.
Mas o que é fato irremediável, no nosso
exercício humano, é que os dias, os momentos, os tempos assumem o significado
que nós atribuímos, ou seja, somos nós a grande massa de indivíduos encarnados
na Terra que plasmamos no astral, no decorrer dos tempos os ritos, rituais, as
cerimônias, os dogmas, as magias, os sacramentos, os fundamentos, cravados em
datas, em calendários. A vida tem o exato sentido e significado que assim damos
a ela. Na medida que nos organizamos espiritualmente, inspirados pelas Forças
Supremas, pelos Mistérios Sagrados, provocamos uma “arquitetura” das Forças
Universais e Criadoras, que assim também se organizam a nosso favor. E é por
isso que podemos dizer que “o Universo conspira a nosso favor”, e as forças
celestes, do Deus único se manifestam plenas em nossas crenças e
consequentemente em nossas rotinas dogmáticas, e nas nossas práticas de fé. Não
estamos sós e ocorre toda uma conjunção de forças e vibrações que se afinam e
entram em sintonia com nossas faixas vibracionais e conscienciais.
E é nesse contexto, que não nos cabe discutir
agora da onde veio, e a quem pertence a origem do Tempo da Quaresma. Mas vale
ressaltar que o ponto central desse rito reside na crença em Jesus Cristo,
sendo assim, é um Tempo considerado pelas religiões que se constituíram
cristãs. O que podemos analisar são os diversos significados que assim suscitam
deste Tempo. A começar pelo número quarenta, segundo Pai Willian d’Oxalá
(2012), “na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que
o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e
dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste
número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio,
dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias
e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto
antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus
no Egito, entre outras”.
Assim,
o próprio nome diz: a Quaresma representa no calendário litúrgico cristão, 40
dias entre a quarta-feira de cinzas (em que os cristãos são cruzados com
cinzas, após a festa pagã do Carnaval, como um ritual de proteção e confirmação
de fé para o Tempo da Quaresma), até a Semana Santa (em que é rememorada e
vivenciada a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo na Terra). Se
considerarmos pela representação do Cristo, do advento mais próximo a atual
humanidade, a reflexão mais significativa seria a da analogia da Quaresma com
os quarenta dias de recolhimento de Jesus no deserto, em que o Mestre jejuou,
orou, e foi tentado pelo maligno, sendo confrontado à sua própria Essência e
Origem Maior, como nos conta o Evangelista Lucas (Lc 4,1-13). Alusivo a esta
passagem, os cristãos são convidados a um momento de recolhimento, a uma visita
ao seu deserto interior, as suas próprias tentações. O que antecede a Quaresma
é o Carnaval, uma festa considerada pagã, onde as dimensões de tempo são dilatadas
e prevalece a exacerbação da euforia. Um grande esmero e total desprendimento corporal,
como se prenunciasse inconscientemente a posterior clausura quaresmal.
Em
alguns Terreiros, vamos ouvir que “é o Tempo da Cara Preta”, não realizam as
Giras de Exu, ou na “Esquerda”, outros só abrem os trabalhos na Linha Branca,
ou só fazem Giras de Pretos Velhos, em outros as portas se fecham e os altares
são cobertos, como também o são em algumas Igrejas mais tradicionais, onde
todos os santos, andores e altares ficam cobertos com os panos roxos. Também
não ouvimos Cantos de Glória nas Igrejas e em vários Terreiros não ouvimos os
sons dos atabaques e nem da sinetas. É um respeitoso silêncio, mas que na
verdade busca prenunciar o nosso silencia interior.
Retomando
a idéia inicial de que há uma grande forma pensamento plasmada no astral neste
Tempo, podemos considerar que as Equipes do Plano Astral trabalham numa certa
densidade plásmica, onde muitos de nós, na sua viagem interior, contribuem para
essa tessitura astral, através de tudo que revisitamos em nossos pensamentos e
de todas as batalhas que travamos dentro de nós. E quantos de nós, em meio as
tentações, conseguimos dizer “não” ao que nos tenta, as nossas fraquezas? Ao
assumirmos que “nem só de pão viverá o homem” (Lc 4,4), estamos assumindo os
momentos de abstinência, de privações, de silêncio. Tudo para que o “Corpo” não
seja empecilho para o encontro com o “Espírito”. Assim, o jejum mais
significativo seria o jejum da palavra, o falar menos, ouvir, refletir e
meditar mais. Na trilogia representativa da Quaresma está: o Jejum, a Oração e
a Esmola – o dizimar-se ao outro, exercitando a espontânea e caridosa doação
para o desprendimento de si.
Como
nos diz um conhecido texto Medjugorje. Torino n.98, De Uberto Mori, “a
nossa ressurreição espiritual, a Páscoa do nosso espírito, deve ser precedida
da morte pelos bens do mundo. Morte do nosso natural apego a tudo aquilo que
constitui estes bens: os nossos desejos inconfessáveis, as nossas
tendências malévolas, o nosso egoísmo e a nossa soberba. Esta morte não é
fácil, necessita de preparação, tempo, constância, para retomar diariamente o
caminho. É uma experiência que dura toda a nossa vida, com vitórias alternadas,
com momentos de triunfo e momentos de fracassos.
Toda
a vida se torna por isso uma recorrente quaresma, que não se fecha em um tempo
em si mesma, nem tem uma intensidade uniforme, mas variante e fragmentada em
momentos de paixão, de ressurreição, de paz. Retenhamos por isso, as mensagens
dadas em todos os templos, para guiar, o nosso crescimento espiritual, e
destinada a todos que desejem seguir neste caminho, para que possam ser de
ajuda por toda a nossa vida, na nossa peregrinação terrena. Por isso, o que
importa é acolher em nossos corações as palavras que nos ajudarão a seguir o
Divino Mestre, nesta vida que é similar a uma longa quaresma, e que nos exorta
a oferecer ao Criador, os nossos sacrifícios em prol dos demais.
Devemos
meditar nestas palavras para podermos compreender, alguns dos significados, os
quais nos estimula a cumprir aquelas ações que certamente nos trarão o bem. A
imediata conclusão que tiramos é que os nossos sacrifícios ao Criador,
tornam-se para nós fonte de bem e podem ser transformados em bem o mal
que possa se apresentar.
O conceito religioso de sacrifício traz em si
uma idéia de oferta espontânea. O Divino Mestre, que se ofereceu em sacrifício,
representando em uma forma única e perfeita, a transformação do mal em bem, de
eficácia universal. Quando este sacrifício é voluntário, ele se torna missão
purificadora, expressão de íntima conversão do coração, e é por isso uma oferta
ao Supremo Criador do Universo”.
Que possamos assim enxergar o Tempo da
Quaresma como um Tempo de Oportunidade. Oportunidade de encontro, de conversão,
de desenvolvimento, de evolução de humanizar-se.
Mãe
Claudia
Casa
Amigos da Paz
Campos de Oxossi e Ogum
domingo, 10 de fevereiro de 2013
ABERTURA OFICIAL DOS TRABALHOS DO ANO DE 2013
Conforme já anunciado, no dia 30 de janeiro realizamos uma reunião festiva, em homenagem a "Oxóssi Rei", marcando a abertura dos nossos trabalhos para o ano de 2013. Com a energia dos nossos Caboclos e a permissão de Oxóssi, pai da Casa Amigos da Paz, abrimos o ano com muito AXÉ! Foi um momento de grande harmonia entre o Corpo Mediúnico, os Babás que assim nos prestigiaram e os nossos irmãos visitantes e consulentes.
Uma grata surpresa foi a chegada de Mãe Tereza e Pai Antônio, da "Cabana de Pai Joaquim e Vovó Cambinda", Casa irmã de Visconde do Rio Branco. Também conosco, além do Babá Maior da Nação José Américo e de Mãe Maria Viana (também de Visconde do Rio Branco), os Babás do Rio de Janeiro Pai Luiz e Mãe Edna e do Mato Grosso do Sul, Pai Gilson.
Os médiuns da nossa Casa compareceram em massa e de forma vibrante, saudaram o novo ano, saudaram as Matas, Oxóssi Rei, todos os Caboclos, todas as Nações, os Regentes do ano (Obaluaê, Xangô e Nanã) e mostraram a grande disposição para o desenvolvimento, através da caridade, do estudo, da assistência, da fé e do amor.
Okê Arô!!!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
SALVE OXÓSSI REI!
Hoje, dia 30 de janeiro de 2013 é dia de festa na Casa Amigos da Paz! Abrimos os trabalhos do ano em reunião festiva homenageando Oxóssi Rei, Pai da nossa Casa. Pedimos a Oxossi permissão e abertura para os nosso desenvolvimento mediúnico no exercício da caridade, com muito amor, fé e disponibilidade. Buscamos colher dessa grande fonte energética, desse grande AXÉ, as fortalezas para mais um ano de caminhada e também, no sincretismo religioso, homenageamos São Sebastião, padroeiro da nossa cidade Leopoldina, rogando proteção pra nossa morada na terra.
"Oxóssi nos influencia de várias formas e em várias situações:
É ele que PERMITE e inspira a boa comunicação e expressão;
PERMITE e propicia a fartura e o próspero trabalho;
PERMITE e favorece o progresso intelectual e científico;
PERMITE e ajuda a edificação familiar e o senso da verdade;
PERMITE e auxilia a cura física, mental e espiritual;
PERMITE e cuida do nosso dom mediúnico e de nossa caminhada espiritual;
PERMITE estimula a vontade e a rapidez na solução de situações;
PERMITE e da coragem e bravura para resolver qualquer circunstância;
PERMITE, guarda, protege, assegura, luta, faz e acontece como forte, fiel e sábio caçador que É."
Um maravilhoso e divino AXÉ pra todos nós!!!
Salve Oxóssi, Rei das Matas!!!
(Fonte: http://www.minhaumbanda.com.br, 15/01/2013)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
REVITALIZAÇÃO DA NOSSA SEDE
Durante
o período que a Casa Amigos da Paz ficou em recesso aproveitamos para
revitalizar nossa sede renovando a pintura, fazendo uma boa limpeza e pequenos
reparos, reorganizando as salas e renovando toda a rede elétrica.
Foram
dias de intenso trabalho em que voluntariamente alguns dos “filhos” da nossa
Casa/Nação se dispuseram a dedicar horas de seus dias para que tudo ficasse
pronto, da melhor forma possível, até o dia de reiniciarmos nossos trabalhos.
Agradecemos
assim a disposição dos ‘filhos’ na limpeza, pintura e organização da Casa
Amigos da Paz com tanto empenho, carinho, harmonia e boas vibrações. O que
edifica nossa Casa é isso: ‘corrente solidária e fraterna’, isso é irmandade.
Esse ‘fazer’ traz ‘alma nova’. Gratos também somos aos que não podendo estar
presentes fisicamente, participaram mentalmente, enviando suas positivas
vibrações energéticas e suas orações, fortalecendo assim o ‘fazer’ daqueles que
colocaram a ‘mão na massa’. Nosso obrigado aos responsáveis pelos serviços contratados, que trabalharam com boa vontade e coração aberto: o eletricista Helinho e o pedreiro Sr. José.
Não
podemos deixar de agradecer também aos que contribuíram financeiramente com
suas espontâneas doações.
Convidamos
aos Irmãos de Fé para retomarem a caminhada conosco, em mais um ano de
dedicação ao desenvolvimento e autoconhecimento, ao exercício da caridade e da
fé, e a prática do amor fraterno e solidário.
Sejam
bem vindos a sede da Casa Amigos da Paz “revitalizada”!




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